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Showing posts from December, 2017

Marieta meets uncle Sol

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Maybe....New York? In the eighties? Seventies? Who knows? My mother, Marieta Peissahk Menda, visits Uncle Sol and aunt.....I don't know her name. I have only those three pictures of that day, and I don't know much more about it. But anyone can see that they are really happy. Please send your comments, to fill the gaps. Mari

Pictures!

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  Bertha entre as filhas Rosa e Marieta; Esther na frente. Bertha and the daughters: Rosa and Marieta; Esther is in front. A família no quintal da casa da Rua Ramiro Barcelos, 1700, Porto Alegre. Bertha, Marieta e Rosa. Na frente, Esther, Alberto e o cão da família.     Rosa, Esther e Marieta

Viajante e colecionador - Traveler and collector

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Todo mundo sabe que o vô Alberto era um grande colecionador de moedas e selos, além de ter um acervo fantástico de antiguidades. Mas um dia o Milton Coster trouxe de surpresa, aqui na minha casa, a coleção de selos do vô, que eu nem sabia que existia. Imediatamente escaneei tudo para guardar para a posteridade. Naquele dia descobri que o vô não guardava apenas os selos, mas os envelopes inteiro, intactos. Desta forma, é possível saber as datas de algumas de suas viagens, os locais onde ele ia (Livramento, Uruguaiana e Bagé, por exemplo), onde se hospedava, quem escrevia as cartas e até saber quem eram os amigos ou familiares que doavam envelopes com selos para ele. Por meio dessa pequena coleção é possível saber que o endereço da família no período em que morou  em Cachoeira do Sul era Rua Julio de Castilhos, número 45, e que naquela época - anos 30 - a Varig fazia o lançamento do correio aéreo, com propagandas impressas nos envelopes. Algumas dessas cartas foram escritas pel...

Como os Peissahk conheceram os Manczyk - How the Peissahk got to know the Manczyk

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O Luzer tem uma memória prodigiosa, e graças a ele podemos conhecer fatos que aconteceram há uns 90 anos. Enquanto jogávamos uma partida de tranca num certo apartamento da Alameda Franca, e ao mesmo tempo em que dava uma surra no Newton e na Eleonora, comprando coringas, fazendo canastras e batendo o jogo em tempo recorde, bem ao seu estilo, Luzer contou o que se segue. Viajante Nosso avô Alberto Peissahk gostava de ser chamado de Englander. Afinal, tinha vivido e casado na Inglaterra, antes de vir ao Brasil. Ele trabalhava como vendedor de cortes de legítima casimira inglesa, fabricada em São Paulo (risadas....), e viajava pelo interior do Rio Grande do Sul vendendo sua mercadoria. Era assim que sustentava a família. Os imigrantes Maurício Manczyk, a esposa Cecília e os filhos Luzer e Malka moravam em Bagé desde que chegaram da Polônia. Um dia, de passagem pela cidade, nosso avô conheceu seu Maurício. Além de negociar tecidos, eles se tornaram amigos. O Luzer deveria ter uns 4 ...

Casal jovem - Young couple

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Raridade! Esta é a única foto que tenho dos nossos avós juntos, e bem jovens. Dá para imaginar que foi batida  na época em que casaram. E por falar em casamento, uma certidão obtida pelo Gilberto junto ao General Register Office, da Inglaterra, informa que nossos avós casaram em 1º de junho de 1915, na East London Synagogue, em Mile End Old Town. O noivo Abraham Pesach (sim, está escrito Pesach) tinha 23 anos. A noiva, Rebecca Swigold, 21. Residência dos noivos na época do casamento: 64 Cable Street, London, ou seja, já moravam no mesmo endereço. A profissão do noivo: tailor, alfaiate. A noiva aparece como "tailoressi" ou "tailoresi", difícil de decifrar, mas na minha modesta opinião, ela trabalharia também como alfaiate ou costureira. De acordo com este documento, o pai do noivo se chamava Max Pesach, e sua profissão é presser, ou engomador, passador. O pai da noiva se chamava Abraham Litman Swigold, aparece já como falecido na época do casamento, e sua ...

Inaugurando o blog

Primos! A ideia foi do Gilberto. Porque não fazermos uma pesquisa documental sobre nossos avós? A primeira sugestão dele foi a seguinte: entrevistar o Luzer, integrante mais velho da família, e ver o que ele lembra do vô Alberto e da vó Berta. Ok, o Luzer mora bem aqui perto, mas raramente passo por lá. Como não existe coincidências neste nosso planeta, o telefone tocou um dia depois dessa troca de ideias via whatsapp. Era domingo, 5 da tarde. Eleonora, do outro lado da linha, fez o convite: ela e o Newton estavam na casa do Luzer, jogando tranca (o que mais se poderia fazer num domingo à tarde em São Paulo?) e me convidavam para aparecer por lá, levando a Alice. Convite aceito. A primeira surpresa aconteceu minutos depois da chegada: a Andrea, que supostamente estaria na Inglaterra, tinha voltado ao Brasil e fez uma entrada triunfal gravando em vídeo as caras de espanto das recém chegadas ao vê-la aparecer, assim, de repente. Alguns minutos depois, já encarando uma parti...